O governo quer privatizar a Eletrobras e todas as empresas públicas que compõem o sistema elétrico nacional.
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02/05/2018 12h49

Sem força para privatizar a Eletrobras, MME tenta desmoralizar a estatal

Por Roberta Quintino

“Faça chuva ou faça sol, você sempre paga caro pela energia elétrica. Com a modernização da Eletrobras, essa história de mudar a cor da bandeira vai acabar.” A frase é referente a uma das publicações do Ministério de Minas e Energia, no Twitter. Com informações falsas e equivocadas, o governo tem como objetivo conquistar apoiadores à privatização.

É certo que a proposta do governo pretende “acabar” com a bandeira tarifária. No entanto, o projeto de lei 9.463/18, que trata da venda do controle da estatal, prevê a transferência do risco hidrológico, embutido no Sistema de Bandeiras Tarifárias, para a empresa, que em médio prazo será repassado para o consumidor. Ou seja, o risco hidrológico, pago eventualmente, será diluído e repassado de forma permanente ao consumidor, com consequente aumento na tarifa de energia.

A estratégia do governo é criar um clima de incerteza sobre o papel da Eletrobras para o país. E o Ministério de Minas e Energia, que deveria resguardar a soberania e segurança energética no país, trabalha para depreciar a maior estatal elétrica da América Latina. Destaca-se que todo o processo que envolve a privatização da Eletrobras tem sido enviesado para atender os interesses do mercado.

A dirigente sindical do STIU-DF, Fabiola Antezana, destaca que a atuação do MME é um sinal de desespero por parte do Governo. “A pauta não está avançando como eles queriam graças a resistência da categoria e dos movimentos sociais que estão mobilizados e subsidiando os parlamentares com informações que contradizem o discurso do Governo. Nem precisa ir longe, a própria Aneel está em alerta com o que pode vir da MP814, essa discussão da privatização foi deliberadamente fatiada e encaminhada ao congresso em conta gotas, para que a população não desse conta dos impactos negativos”, disse.

Ela ressalta ainda que a estratégia do governo não prosperou e “o que está na pauta é o aumento de tarifa, a perda da soberania, a entrega das águas, a piora no serviço. Ao tentar desmoralizar os trabalhadores eletricitários o governo demonstra o grau do seu desespero, mas nós vamos reagir, estamos preparando ações para tirar do ar essas propagandas e também ações por danos morais coletivos”.

Para a dirigente, o MME segue o mesmo programa da Eletrobras que contratou por oito meses a FSB comunicação e tem como função promover uma campanha pró-privatização, que foca na desmoralização e depreciação da estatal. “O que esperar de quem contrata com dispensa de licitação uma empresa por R$ 2 milhões só para desmoralizar sua imagem?”, questiona.

Irresponsabilidade
A entrega da estatal traz risco real e crescente de déficit no abastecimento de energia elétrica no Brasil, além de resultar em grandes incertezas para a expansão do setor elétrico.

O ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, poderá ser responsável por semear um novo apagão no território brasileiro. Além disso, vai promover a criação de um conjunto de pessoas excluídas energeticamente, com acesso à instalação, mas sem condições de acessar o serviço por conta do valor da tarifa.

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a venda da Eletrobras vai resultar em um aumento inicial na tarifa de energia de 16,7%, no mínimo. Alguns especialistas apontam reajustes superiores a 70%.

Energia Não é Mercadoria
Participe do movimento Energia Não é Mercadoria e ajude a salvar uma das maiores riquezas do Brasil. Vender o sistema elétrico brasileiro é entregar rios e reservatórios da maior bacia de água potável do planeta a empresas pertencentes a potências estrangeiras.

Diga NÃO à privatização do setor elétrico. Visite www.energianaoemercadoria.com.br, mande sua mensagem e pressione o Congresso Nacional. Você também pode ajudar o movimento ao interagir com a gente nas redes sociais: Facebook (https://goo.gl/MUzzSB). Instagram (@EnergiaNaoMercadoria) e Twitter (@EnergiaNaoMercadoria). Curta, comente e compartilhe nosso conteúdo.

Fonte: STIU-DF


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