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12/11/2018 01h34

Programa Luz para Todos incluiu 16 milhões de brasileiros na economia

Em dezembro de 2005 a eletricidade começou a chegar à aldeia Sapukai, em Angra dos Reis (RJ). Junto, vieram aparelhos de televisão, antenas parabólicas, geladeiras. Assim, em 13 de junho de 2006, os índios assistiram pela TV à estreia da seleção brasileira de futebol na Copa da Alemanha.

A reportagem “Mundial Chega à Aldeia“, do jornalista Eduardo Nunomura e do fotógrafo Robson Fernandes, para o jornal O Estado de S. Paulo, retratava uma parte do país que começava a sair do esquecimento. Naquele ano, além das 74 famílias da comunidade Guarani Mbya, de Angra, outras 3 milhões haviam acabado de sair do escuro com a chegada do programa Luz Para Todos.

O programa fora apresentado pela então ministra das Minas e Energia, Dilma Rousseff,  ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda em seus primeiros meses de governo, e implementado em novembro de 2003. A meta era levar energia elétrica aos rincões do Brasil. Antes disso, o simples ato de apertar o interruptor para iluminar um ambiente, enxergar o filho dormindo ou abrir a geladeira para ter água fresca era apenas sonho, que acabou sendo realizado por 3,4 milhões de famílias, ou 16,3 milhões de pessoas nos anos seguintes.

Dos atendidos, cerca de 35 mil eram famílias indígenas, 29 mil famílias quilombolas. Além disso, 14 mil escolas em áreas rurais puderam viabilizar a abertura de cursos noturnos e o uso de equipamentos de informática, ventiladores e geladeiras para a conservação da merenda.

Dados do Ministério das Minas e Energia, de 2013, demonstravam que a renda dos atendidos pelo programa aumentou 41%. Metade dos lares onde chegou a energia era chefiada por mulheres.

Prioridade

O programa Luz para Todos foi criado para atender prioritariamente escolas rurais, áreas de pobreza extrema, comunidades indígenas, quilombos, assentamentos, pequenos agricultores, populações ribeirinhas, famílias em áreas próximas de reservas, os afetados por empreendimentos do setor elétrico, ou seja, os atingidos por barragens.

Para se alcançar essa população, foi preciso superar estimativas e obstáculos que historicamente haviam acomodado o poder público. “Disse que íamos universalizar o Luz para Todos, e vamos”, afirmou a então presidenta Dilma Rousseff, na comemoração de 10 anos do programa, em 2013.

“Estamos na fase de universalização, estamos na fase mais difícil. Por fim, fica o que é mais difícil de fazer. Por que onde está o que falta? No meio da Floresta Amazônica. Ou em lugares de difícil acesso. (…) Achávamos que tínhamos 10 milhões de pessoas, em torno de 2 milhões de ligações, descobrimos que tinha 12 milhões, depois eram 15 milhões. E, hoje, falta 270 mil. Aí vai me perguntar se cumpriu a meta? Cumpri. Estamos agora nos 15 milhões e um pouquinho. Não ter 15 milhões sem luz faz toda diferença do mundo. É um outro país”, definiu Dilma.

Em dezembro de 2005 a eletricidade começou a chegar à aldeia Sapukai, em Angra dos Reis (RJ). Junto, vieram aparelhos de televisão, antenas parabólicas, geladeiras. Assim, em 13 de junho de 2006, os índios assistiram pela TV à estreia da seleção brasileira de futebol na Copa da Alemanha.

A reportagem “Mundial Chega à Aldeia“, do jornalista Eduardo Nunomura e do fotógrafo Robson Fernandes, para o jornal O Estado de S. Paulo, retratava uma parte do país que começava a sair do esquecimento. Naquele ano, além das 74 famílias da comunidade Guarani Mbya, de Angra, outras 3 milhões haviam acabado de sair do escuro com a chegada do programa Luz Para Todos.

O programa fora apresentado pela então ministra das Minas e Energia, Dilma Rousseff,  ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda em seus primeiros meses de governo, e implementado em novembro de 2003. A meta era levar energia elétrica aos rincões do Brasil. Antes disso, o simples ato de apertar o interruptor para iluminar um ambiente, enxergar o filho dormindo ou abrir a geladeira para ter água fresca era apenas sonho, que acabou sendo realizado por 3,4 milhões de famílias, ou 16,3 milhões de pessoas nos anos seguintes.

Dos atendidos, cerca de 35 mil eram famílias indígenas, 29 mil famílias quilombolas. Além disso, 14 mil escolas em áreas rurais puderam viabilizar a abertura de cursos noturnos e o uso de equipamentos de informática, ventiladores e geladeiras para a conservação da merenda.

Dados do Ministério das Minas e Energia, de 2013, demonstravam que a renda dos atendidos pelo programa aumentou 41%. Metade dos lares onde chegou a energia era chefiada por mulheres.

Prioridade

O programa Luz para Todos foi criado para atender prioritariamente escolas rurais, áreas de pobreza extrema, comunidades indígenas, quilombos, assentamentos, pequenos agricultores, populações ribeirinhas, famílias em áreas próximas de reservas, os afetados por empreendimentos do setor elétrico, ou seja, os atingidos por barragens.

Para se alcançar essa população, foi preciso superar estimativas e obstáculos que historicamente haviam acomodado o poder público. “Disse que íamos universalizar o Luz para Todos, e vamos”, afirmou a então presidenta Dilma Rousseff, na comemoração de 10 anos do programa, em 2013.

“Estamos na fase de universalização, estamos na fase mais difícil. Por fim, fica o que é mais difícil de fazer. Por que onde está o que falta? No meio da Floresta Amazônica. Ou em lugares de difícil acesso. (…) Achávamos que tínhamos 10 milhões de pessoas, em torno de 2 milhões de ligações, descobrimos que tinha 12 milhões, depois eram 15 milhões. E, hoje, falta 270 mil. Aí vai me perguntar se cumpriu a meta? Cumpri. Estamos agora nos 15 milhões e um pouquinho. Não ter 15 milhões sem luz faz toda diferença do mundo. É um outro país”, definiu Dilma.

Fonte: Rede Brasil Atual


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