O governo quer privatizar a Eletrobras e todas as empresas públicas que compõem o sistema elétrico nacional.
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12/08/2020 11h57

Privatização: trabalhadores expulsam Salim Mattar, falta Wilson Pinto

Ontem não foi um dia bom para os entreguistas e para o governo antinacional de Jair Bolsonaro. Salim Mattar, o bilionário dono da Localiza, todo poderoso secretário de desestatização, apoiador de primeira hora do presidente, pediu demissão. Debandou, como assumiu o próprio ministro Paulo Guedes.

Mattar chegou dizendo que era preciso privatizar tudo, propagou fake news sobre a Eletrobras, disse que a empresa era deficitária, que sugava recursos do governo, que não tinha capacidade de investir. A AESEL, em mais de uma oportunidade desmentiu as falácias de Salim Mattar, que do alto de sua fortuna chegou a dizer que os trabalhadores apenas defendiam seus “privilégios”. Logo ele que finge viver de alugar veículos, mas que na verdade enriqueceu vendendo carros com isenção de impostos.

Salim Mattar achou que seria fácil vender o Brasil, mas descobriu que aqui há um povo que resiste e não mede esforços para defender a pátria e o patrimônio público. É verdade que em sua passagem pelo governo, esse senhor fez estragos. Entregou os gasodutos da Petrobras, a Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (FAFEN), entregou o parque eólico Campos Neutrais no RS por menos de 1/6 do valor nele investido, dentre outras negociatas que fizeram a alegria de seus parceiros.

Mas logo Mattar viu que não lograria seu sonho de privatizar tudo. Viu que nem mesmo Bolsonaro ousaria privatizar totalmente a Petrobras, a Caixa e Banco do Brasil. Viu que mesmo vender as “jóias da coroa” que sobraram, a Eletrobras e os Correios, não seria tarefa fácil. Entre os eletricitários encontrou uma resistência determinada e articulada, percebeu que no congresso nacional e na sociedade o trabalho dos eletricitários havia dado frutos e que a resistência à privatização era bem maior do que ele imaginara.

Salim Mattar saiu derrotado. Pode até ter ficado mais rico na sua passagem pelo governo, mas politicamente sai com mais fracassos que vitórias. Os trabalhadores do grupo Eletrobras, assim como todos os demais empregados das empresas públicas obtiveram uma vitória. Nós estamos aqui, firmes, na luta e trabalhando pelo Brasil, já Salim Mattar pediu pra sair.

Não se trata de uma derrota definitiva dos entreguistas, longe disso. Eles irão se recompor, talvez achem alguém mais competente para substituir o dono da Localiza e certamente o governo antinacional não desistirá de seu projeto de destruição da nação. Precisamos Continuar mobilizados e atuantes, precisamos dialogar mais com a sociedade e mostrar todos os prejuízos causados pela eventual privatização da Eletrobras. Vencemos uma pequena, mas simbólica batalha, mas não vencemos a guerra. Falta ver a debandada do Senhor Wilson Pinto e a queda de seu chefe Bolsonaro.

Via Associação dos Engenheiros e Técnicos do Sistema Eletrobras

 


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