O governo quer privatizar a Eletrobras e todas as empresas públicas que compõem o sistema elétrico nacional.
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SOU A FAVOR da privatização e dos consequentes aumentos na tarifa de energia.

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05/03/2018 02h24

O que não foi dito pelo #EletrobrasEsclarece

1. O que acontecerá com as distribuidoras da Eletrobras?
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade:  As distribuidoras serão entregues com seus balanços limpinhos para as empresas privadas de distribuição, que pagarão meros R$ 50 mil por cada uma delas. A missão de Wilson Pinto Junior e seus parceiros de Conselho de Administração e MME, ambos orientados pelos interesses privados do Grupo 3G do bilionário magnata das cervejas Paulo Jorge Lemann, foi aprovar na  170ª Assembleia Geral, realizada em 08 de fevereiro de 2018, a venda das distribuidoras e transferência de R$ 11 bilhões em dívidas para a Eletrobras.

2. Como será feito pagamento a transmissoras de energia ?
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade: Na cruzada para viabilizar a privatização da Eletrobras, Wilson Pinto Junior e Cia buscam subterfúgios tentando apresentar ganhos no processo. Neste caso da transmissão, refazem os cálculos, mudam as regras para conseguir uma eventual redução de 2% nas tarifas, que será completamente engolida pelos os aumentos provocados pelo nefasto processo de “descotização” das usinas. Se dá com uma mão e toma com a outra!

3. O Procel pode vir a ter um novo gestor?
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade: Nas cabeças dos iluminados que atualmente dominam a Eletrobras, o Procel não tinha nem que existir. Hoje a lógica da Eletrobras, na era Wilson Pinto Junior, é de uma mera empresa financeira, focada tão-somente no lucro e na distribuição de dividendos – segurança energética, posicionamento estratégico de empresa e de país, isso não vem o caso. A promessa de um Procel como órgão federal é mais uma ideia para tentar justificar a privatização da Eletrobras. Se o Procel funciona bem até hoje, é porquê sempre teve o apoio da Eletrobras, já como um órgão federal a coisa não será bem assim e, no primeiro arrocho orçamentário houver as verbas do programa serão cortadas.

4. A Eletrobras pode vir a ter um novo controlador?
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade: Essa pergunta nos permite alertar que a Eletrobras a partir da privatização que está em pauta no Congresso e modelada pelos analistas e donos do Grupo 3G, num gesto de apoio à área técnica do MME, se transformará num grande  Oligopólio, ou seja, um grande conglomerado de empresas com certa de 35% de toda a geração e 47% de toda a transmissão do país. Será uma BIG empresa privada determinando os rumos do mercado de energia e ditando o quanto os consumidores terão que pagar de tarifas. Mesmo com 10%  ou menos do capital da nova empresa, os bilionários Paulo Jorge Lemann e associados, dentre eles o também bilionário José João Abdalla Filho controlador o banco Clássico, arquitetam controlar totalmente o Conselho de Administração da Eletrobras após a sua privatização, logo serão os reais controladores.  A proposta que está no congresso hoje está toda estruturada para permitir essa captura da gestão.

5. A Eletrobras pode vir a ser vendida?
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade: Esse esclarecimento explicita a jogada de mestre por traz do projeto de Lei 9.463 de 2018 – A empresa faz uma chamada de capital (ações novas), os maiores minoritários mantem suas posições ou a aumentam até o limite necessário para conseguir o controle, que ficou aberto com a não participação do majoritário (a União). Como isso, a empresa se torna privada e controlada por uma meia dúzia de especuladores. Essa jogada é um crime lesa a pátria e assalta o bolso de todos os consumidores da energia produzida pelas concessões públicas da Eletrobras e suas subsidiárias.

6. A União quer privatizar o Rio São Francisco?
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade: É privatizar o Rio São Francisco SIM ! A maioria das usinas da Chesf estão no Rio São Francisco e com o processo de privatização estruturado pelos analistas econômicos do Grupo 3G, Wilson Pinto Junior e Paulo Pedrosa, o Velho Chico estará sob o domínio de Paulo Jorge Lemann e associados. Além de dominar o mercado cervejeiro, dominará também as águas do Rio, com ou sem os recursos prometidos para recuperação do rio. Esses recursos de R$ 9 bilhões serão considerados trocados, frente ao montante de receitas que serão a ser produzido pela Chesf e pela Eletrobras neste período e nos 30 anos de vigência das concessões.  Um negócio da China!  Aliás, a China não entrega seu sistema elétrico de qualquer maneira, pelo contrário ela busca expandi-lo e além-mar, por isso está ai no mercado para comprar ativos de quem não enxerga a importância estratégica da energia elétrica no contexto mundial.

7. Por que a Eletrobras vai vender suas distribuidoras?
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade: As distribuidoras serão vendidas porquê fazem parte do projeto de expansão das distribuidoras privadas, que querem aumentar suas participações no mercado a partir de ativos com balanços limpos e sem dívidas. Levam o filé mignon e deixam o osso para a Eletrobras, com as cortesias de Wilson Pinto Junior e Paulo Pedrosa, esse último ex-conselheiro da Equatorial.

8. Eletrobras reduz investimentos em 45% no Plano Diretor?
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade: A partir de julho de 2018, com a chegada de Wilson Pinto Junior na Eletrobras, a sigla PDNG passou significar  Plano de Destruição dos Negócios e Gestão da Eletrobras – tudo voltado para a privatização da Eletrobras e para a viabilização do repasse dos  ativos a preços de banana, razão de um plano de investimento tímido e acanhado – infelizmente o foco empresarial hoje é vender, entregar e acabar com a pujança da Eletrobras.

9. Por que a Eletrobras vai vender participações?
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade: A venda das SPE´s também faz parte do Plano de Destruição dos Negócios e Gestão da Eletrobras de Wilson Pinto Junior, para justificar o seu projeto de privatização da Eletrobras. Ele chegou ao absurdo de dizer na mídia, peitando os parlamentares, que se não privatizar Eletrobras, ele venderá os ativos das empresas um a um!  O desespero dele é grande, pois fez muitas promessas aos maiores interessados no negócio!   Sua mais recente peripécia foi destruir a Diretoria Jurídica e de Gestão Corporativa (DJ) e rifar os processos entre ele e os demais diretores, uma irresponsabilidade sem tamanho!

10. A Eletrobras é Lucrativa?
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade: A Eletrobras é uma empresa lucrativa  e viável sim, mas infelizmente vem sofrendo com as barbeiragens regulatórias impostas no setor nos últimos anos, além de ter sido tomada por assalto por um grupo de especuladores que vem enxergando a possibilidade de ganhos estratosféricos, com pouco ou nenhum investimento adicional. Num outro país esse esquema nefasto já estaria sob rígida investigação!

11. O Programa Luz para Todos é executado pela Eletrobras?
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade: Uma coisa é implementar o Programa Luz para Todos na periferia dos grandes centros, outra é executá-lo nas remotas regiões atendidas pelas empresas da Eletrobras. Não basta recursos para o fazer acontecer e preciso dedicação e vontade, razão dos resultado positivos do programa nas regiões cobertas pela Eletrobras.

12. O valor da conta de Luz é decidido pela Eletrobras?
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade: A Eletrobras realmente não tem poder para decidir sobre o preço da conta de Luz, mas sua energia barata e de qualidade influencia diretamente nos preços finais das tarifas de energia aos consumidores residenciais, comerciais e industriais. O “esclarecimento da Eletrobras” optou por não abordar sobre o aumento significativo que ocorrerá nas contas de luz a partir da descotização das usinas da Eletrobras que foram cotizadas pela MP-579 de 2012. Não adianta jogar este item para debaixo do tapete, o carro chefe desse processo de privatização das tarifas, sem ele Lemann e Cia caem fora!

13. A Eletrobras banca a universalização de energia elétrica?
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade: A Eletrobras sempre atuou nos principais programas e políticas públicas voltadas para o desenvolvimento do setor elétrico. Pode até não bancar, mas sempre contribuir na estruturação e viabilização desses programas, apoiando o MME.

14. A Eletrobras planeja o setor elétrico no Brasil?
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade: Nesta resposta a Eletrobras deixou de esclarecer que já atuou no planejamento do setor, na operação nacional do sistema elétrico e em questões voltadas para comercialização, e que é um dos principais agentes do setor e procura cumprir com suas responsabilidades nos segmentos de geração, transformação, transmissão e distribuição, disponibilizando energia barata e de qualidade, por meio de empreendimentos estruturantes.
Os órgãos citados acima pela Eletrobras como planejados do setor elétrico, fariam um grande bem para ao país se, com isenção e responsabilidade técnica, analisassem o modelo de privatização da Eletrobras e apontassem a consequências para a sociedade e para os consumidores. Como dito antes pelo próprio MME, os estudos econômico-financeiros suporte ao processo de privatização foram feitos pelo Grupo 3G, não havendo num de autoria da Aneel, Epe, BNDES ou de qualquer consultoria internancional. Optaram por dar a chave do galinheiro ao lobo!

15. Por que a Eletrobras está investindo menos?
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade: Hoje a Eletrobras investe menos porque a sua atual gestão está voltada, única e exclusivamente, para a sua venda da empresa e desfocada dos seus negócios.  Infelizmente a palavra “expansão”  virou démodé na Eletrobras!

16. Valorização da Eletrobras
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade: Lamentavelmente as oscilações das ações da Eletrobras nas bolsas estão diretamente relacionadas aos movimentos especulativos relacionados ao processo de privatização da empresa.

17. A MP 579 foi boa para a Eletrobras?
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade: Os efeitos da MP-579 foram nefastos para a Eletrobras! Houve uma queda significativa das receitas, gerando um prejuízo gigantesco, além de abrir espaço para que aventureiros recém chegados nos braços de um governo sem voto, pudessem a partir desses números negativos, iniciar um projeto nefasto de privatização voltado para interesses de especuladores em detrimento da sociedade e dos consumidores.  Estão aproveitando o desequilíbrio financeiro (provocado) para justificar uma privatização marota.

18. Qual o patrimônio da Eletrobras?
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade: O patrimônio da Eletrobras é gigantesco e não reconhecido dentro do emaranhado regulatório. Uma pergunta simples responde a referida pergunta: Quanto seria necessário hoje para construir o sistema elétrico da Eletrobras ?  Quantas centenas de bilhões de reais seriam necessárias? Essa análise neste momento em que busca justificar a privatização, o Wilson Pinto não navega nessa discussão, para ele será interessante fazê-lo após a entrega do patrimônio.

19. O Luz para todos vai acabar?
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade: Para justificar a privatização e obter adeptos ao projeto, a promessa será sempre – o luz para todos vai continuar, mas logo em seguida os cortes orçamentários virão, como acontece nas outras políticas públicas.

20. Quantas Usinas a Chesf Opera?
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade: A Eletrobras deixou de esclarecer que a Chesf além das usinas que opera no Rio São Francisco, ela é a empresa pioneira do setor elétrico e orgulho dos nordestinos e do Sistema Eletrobras, que quando privatizada passará para o controle do Grupo 3G e seus associados. Aos nordestinos caberá pagar uma conta mais cara para bancar os lucros, dividendos, impostos e os recursos necessários para cobrir os R$ 9 bilhões prometidos para recuperar o Rio. No final quem pagará as contas são os consumidores e a sociedade!

21. Qual o valor de mercado da Eletrobras?
AEEL alerta aos parlamentares e à sociedade:  Em outras palavras, o valor de mercado está diretamente ligado a percepção de ganho que os especuladores tem da empresa, razão do descolamento do real valor da empresa. A Eletrobras é uma concessionária de serviços públicos e objetivo maior tem que ser a prestação de serviços de energia elétrica com segurança e qualidade, sem se preocupar com a mercantilização do seu produto. Quando concessionários e reguladores agem apenas com os olhos voltados para ganhos e valores de mercado, sem se preocupar com a vida real e a longevidade dos ativos, cometem grave erro e legarão ao país um sistema elétrico sucateado!  Os especuladores que buscam controlar a Eletrobras trabalham como essa lógica perversa.


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