O governo quer privatizar a Eletrobras e todas as empresas públicas que compõem o sistema elétrico nacional.
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01/10/2020 03h27

Mais de 50 entidades fazem grande ato virtual, neste sábado (3), contra as privatizações

Neste sábado (3), a partir das 15h, mais de 50 entidades, entre elas a CUT, o Fórum das Centrais Sindicais, frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, artistas, cantores, parlamentares, sindicatos e outras instituições que formam o Comitê de Luta em Defesa do Povo Brasileiro e que assinam o “Manifesto pela Soberania”, participarão de um grande ato virtual  “Pela soberania nacional, em defesa do povo brasileiro”. O evento marca os 67 anos de fundação da Petrobras e tem o objetivo de mobilizar forças contra a agenda econômica governamental ultraliberal e fiscalista, e contra as privatizações, articulando iniciativas em defesa das empresas públicas e estatais. O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge RJ) apoia e vai transmitir o  ato na sua página do Facebook, junto com a rede da TVT e demais parceiros.

“As empresas públicas brasileiras são elementos centrais da nossa soberania e não podem ser privatizadas”, destaca o presidente do Senge RJ, Olímpio Alves dos Santos. “Elas precisam servir a uma estratégia de desenvolvimento do país. Essa é a grande questão. Quando se privatiza uma empresa como a Vale, estamos entregando as riquezas do subsolo brasileiro. Quando entregamos empresas do setor elétrico, cedemos um bem natural e a grande capacidade hidfráulica que temos de gerar energia. Os bens naturais de um país são riqueza do povo, e não ativos para gerar dividendos que serão destinados a meia dúzia — e ainda por cima, sem pagar impostos por isso. Somos um país profundamente desigual e estamos abrindo mão de um desenvolvimento com mais justiça social.”

A preocupação do Senge RJ com a soberania nacional, que reflete a presença da engenharia na infraestrutura como fator chave de desenvolvimento social e econômico, é indissociável da sua atuação sindical. Antevendo o programa ultraliberal que promoveu a derrubada da presidenta Dilma, em agosto de 2016, o Senge RJ criou, em 2017, o movimento SOS Brasil Soberano, que realiza debates sobre temas estratégicos, para resistir à agenda do desmonte e para produzir subsídios a um projeto de país com soberania e mais igualdade. Por isso, o canal do SOS Brasil Soberano no Facebook  também participa, neste sábado, da rede de transmissão do ato “Pela soberania nacional, em defesa do povo brasileiro”.

Para a grande live já estão confirmadas personalidades como  o teólogo Leonardo Boff, os ex-presidentes do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, o ex-ministro das Relações Exteriores e da Defesa, Celso Amorim, o presidente da CNBB, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, além de parlamentares, lideranças indígenas, sindicais e de movimentos populares. A programação estará disponível nas redes da TVT.

De acordo com Fabiola Latino, representante da Plataforma Operária e Camponesa da Água e da Energia, a atividade é fundamental para sensibilizar e despertar o povo brasileiro para a importância dos serviços públicos e das empresas estatais que fazem integração regional e diminuem desigualdades sociais em seus locais de atuação. “Empresas lucrativas que o governo quer vender para beneficiar poucos empresários, e é a população que sofre as conseqüências dessa política entreguista”.

Em nota, as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo conclamam a população brasileira para uma série de iniciativas no sentido de fortalecer as ações deste dia de lutas. “Após o golpe de 2016, o projeto de destruição da soberania, o saqueio das riquezas, a entrega de empresas públicas estratégicas, a desindustrialização e desemprego em massa, a destruição da Amazônia, a privatização da educação e saúde, os tarifaços nos alimentos e demais serviços públicos (luz, água, gás de cozinha e combustíveis) tem sido a tônica do governo de Jair Bolsonaro”, aponta a nota.

Trecho do manifesto assinado por dezenas de organizações, sindicatos e movimentos sociais que integram o Comitê de Luta Contra as Privatizações destaca: “Não podemos permitir que as empresas de prospecção, exploração e refino de petróleo, bancos públicos seculares, correios com honrosa tradição de serviços, portos e serviços portuários, empresas de eletricidade, de saneamento, transporte público, serviços públicos de todas as esferas tenham de viver a ameaça de extinção ou de privatização total ou parcial. Essas empresas atuam em setores estratégicos para a soberania nacional”.

Além do ato virtual, haverá atos presenciais nos estados,  com todos os protocolos recomendados pela Organização Mundial da Saúde.

Ato nacional “Pela soberania nacional, em defesa do povo brasileiro”, nas redes sociais
Data: 3/10, sábado.
Horário: 15h (horário de Brasília).
Nas redes: YouTube e Facebook da Rede TVT (@redetvt) e das demais organizações envolvidas, entre elas os perfis do Facebook do Senge RJ e o SOS Brasil Soberano.

Fonte: Senge RJ com informações da equipe de comunicação do ato “Pela soberania nacional, em defesa do povo brasileiro”


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