O governo quer privatizar a Eletrobras e todas as empresas públicas que compõem o sistema elétrico nacional.
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17/11/2020 07h03

Enquanto o Amapá arde em convulsão social por culpa de uma empresa privada, diretora financeira da Eletrobras, Elvira Presta, participa de evento que prestigia a privatização

Enquanto população do Amapá vem enfrentando umas das piores crises energéticas já ocorridas no Brasil, devido ao sinistro na subestação de Macapá Concessionária LTME causada pela atuação irresponsável da empresa privada espanhola Isolux, proprietária da subestação, que pertence à Gemini Energy (é bom esclarecer que a Gemini comprou a Linha da empresa privada Isolux, que quebrou, depois de ter comprado a LTME da empresa privada Abengoa, vencedora do leilão de concessão, que também quebrou, porém,) a atual diretora financeira e ex-conselheira da Eletrobras, Elvira Presta, participará no dia 19/11/2020 de um evento sobre privatização.

Independentemente da legalidade do ato, consideramos que a participação de membros da diretoria, incluindo o presidente da Eletrobras, em eventos que defendem a privatização é antiética e imoral!

Especificamente o que esta senhora tem a dizer sobre a privatização? Certamente, ao estilo do presidente do Wilson Pinto Junior, fará propaganda da venda da Eletrobras.

Uma fez que nem mesmo o Congresso Nacional discutiu o tema da privatização, fica evidente que o senhor Pinto Junior e a senhora Elvira Presta (representante da 3G Radar), estão fazendo propaganda ilícita a favor da privatização.

As Entidades de Representação dos Trabalhadores de desde o início do projeto de privatização da Eletrobras, têm denunciado ações da direção da Empresa que notadamente favorecem a sua privatização (como por exemplo, a contratação sem licitação, de empresa de comunicação para macular a imagem da empresa e de seus trabalhadores/as) estão certas de que a privatização é assunto político e não deve ser tratado pelo presidente ou diretora financeira da Eletrobras. Entendemos isso como verdadeiro escárnio à instituição e seu capital intelectual e um abuso de poder, além de que, suas falas possam gerar oscilações nas ações da Bolsa de Valores, configurando manipulação no preço de mercado.

Também foram denunciados vários atos e fatos de claro conflito de interesse que em pleno conhecimento de causa e efeito, são indícios óbvios de gestão temerária (volatilidade artificial dos preços das ações no mercado) e má-fé (administração da coisa pública a mercê de outros que não o interesse público).

Infelizmente a direção da Eletrobras também não tem tido a nobreza para reconhecer e agradecer publicamente aos trabalhadores e trabalhadoras da Eletronorte que mesmos ameaçados de demissão pelo senhor Pinto Junior, foram (e estão sendo) responsáveis diretos pelo restabelecimento da energia elétrica no Amapá.

O Coletivo Nacional dos Eletricitários – CNE não deixará de denunciar esse conluio da direção da Eletrobras, junto aos órgãos de controle e fiscalização, pois não cabe ao presidente Pinto Junior, a Diretora Financeira, ou quaisquer outros Diretores, fazer propaganda ou participar de evento no qual o tema seja privatização.

Reprodução boletim do Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE)


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