O governo quer privatizar a Eletrobras e todas as empresas públicas que compõem o sistema elétrico nacional.
O que você acha disso?

SOU CONTRA a entrega do patrimônio brasileiro por meio da privatização.

 

SOU A FAVOR da privatização e dos consequentes aumentos na tarifa de energia.

Obrigado!
Seu voto foi armazenado com sucesso.


VER RESULTADO PARCIAL

Resultado Parcial

0

SOU CONTRA a entrega do patrimônio brasileiro por meio da privatização.

 
0

SOU A FAVOR da privatização e dos consequentes aumentos na tarifa de energia.

VOTAR NOVAMENTE
23/04/2019 10h39

Enel Goiás multiplica lucro líquido em 14 vezes, mas investe 9,6% a menos em 2018

Nas despesas com pessoal e um salto no valor diferido do Imposto de Renda (IR) e da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), a Enel Distribuição Goiás conseguiu aumentar seu resultado líquido em pouco mais de 14 vezes no ano passado. Os indicadores de qualidade do serviço melhoraram, embora ainda superem por longa margem os níveis ideais fixados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), e o investimento recuou na comparação com 2017, puxado para baixo pelo tombo nas inversões destinadas à instalação de novas conexões.

Veiculadas na edição de ontem do Diário Oficial de Goiás, as demonstrações financeiras da distribuidora apontam um salto no lucro líquido de R$ 110,328 milhões para R$ 1,552 bilhão entre 2017 e o ano passado (1.306,6% a mais), no que parece ser, ao menos em valores nominais, um resultado histórico para a companhia. O investimento total, embora tenha se mantido muito acima da média verificada nos anos que antecederam a privatização da Celg Distribuição, baixou de R$ 837,116 milhões para R$ 756,678 milhões, em queda de 9,6% (ou R$ 80,438 milhões a menos). Os valores investidos em novas conexões desabaram de R$ 464,443 milhões para R$ 247,175 milhões, num tombo de 46,8%.

A companhia decidiu priorizar investimentos na rede, envolvendo combate a perdas e melhorias na qualidade do sistema elétrico. O primeiro grupo recebeu injeção de R$ 51,985 milhões, em alta de 104,9% frente a 2017 (R$ 25,374 milhões). Os programas de melhoria da qualidade demandaram R$ 243,957 milhões em investimentos, o que significou elevação de 115,7% frente aos R$ 113,102 milhões investidos no ano anterior. Na soma dos dois grupos, o investimento cresceu 113,7%, saindo de R$ 138,476 milhões para R$ 295,942 milhões.

Receitas em alta

A conta de resultados da distribuidora sofreu a influência de um incremento de 13,5% na receita bruta, que avançou de R$ 8,213 bilhões para R$ 9,320 bilhões. Segundo a companhia, o crescimento refletiu o aumento das receitas com fornecimento de energia elétrica, por sua vez impulsionadas pelo reajuste médio de tarifas fixado em 14,65% pela Aneel a partir de 22 de outubro de 2017, assim como pela leve alta de 1,2% no volume de energia negociado no mercado cativo (para 11.013 gigawatts/hora). Em 16 de outubro do ano passado, as tarifas subiram mais 18,54%, também na média, o que terá impactos mais relevantes sobre os números de 2019. A receita líquida, apesar do impacto da alta de 12,5% nos custos do serviço, aumentou 10,7% entre os dois exercícios analisados, avançando de R$ 4,902 bilhões para pouco mais de R$ 5,425 bilhões.

Balanço

·   O efeito negativo gerado pelo crescimento de 12,9% nos custos e despesas não gerenciáveis, formados basicamente por gastos com a compra de energia para revenda (0,8% de alta) e encargos do uso do sistema de transmissão (mais 93,2%), foi compensado parcialmente pela queda de 11,0% nas despesas e custos gerenciáveis (que podem ser manejados pela empresa.

·   Entram nessa última categoria, por exemplo, as despesas com pessoal, que desabaram 56,7%, de R$ 381,279 milhões para R$ 164,923 milhões, em função basicamente do programa de demissões voluntárias realizado em 2017.

·   As despesas com material e serviços de terceiros baixaram 17,66% na comparação com 2017, caindo de R$ 487,809 milhões para R$ 401,669 milhões. No total, despesas operacionais e custos do serviçoavançaram apenas 4,3% (de R$ 4,649 bilhões para R$ 4,846 bilhões).

·   O resultado foi favorecido ainda pela redução de 27,9% nas despesas financeiras líquidas (quer dizer, descontadas as receitas financeiras), de R$ 261,381 milhões para R$ 188,578 milhões.

·   No cálculo do lucro líquido, o diferimento (adiamento) de quase R$ 1,30 bilhão de IR e CSLL ajudou a turbinar o resultado. Antes dos impostos, a distribuidora registrou lucro de R$ 390,538 milhões (mas tinha anotado prejuízo de R$ 8,370 milhões em 2017).

·   A geração operacional de caixa (Ebitda, na sigla em inglês) aumentou 112,4%, de R$ 429,437 milhões para R$ 912,167 milhões, significando 19,2% sobre a receita líquida (9,77% um ano antes).

O incremento nas vendas de energia para clientes no mercado livre (mais 15,6%) respondeu por 86,6% do aumento anotado pelo total de energia vendida. 

Fonte: http://www.ohoje.com.br


Notícias

Ver mais

DIVULGUE ESSA CAUSA!