O governo quer privatizar a Eletrobras e todas as empresas públicas que compõem o sistema elétrico nacional.
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18/09/2017 11h37

Custo da energia

Com o anúncio da privatização do setor elétrico pelo governo, a expectativa era que a medida possibilitaria a correção de ineficiências da empresa, reduzindo os custos e, no longo prazo, também a conta de luz. Porém, os planos parecem que não irão funcionar. Isso porque, junto com o pacote da venda da Eletrobras, está incluída a alteração no regime de venda de energia de hidrelétricas antigas da empresa, que hoje praticam preços abaixo dos praticados pelo mercado. A mudança pode ter um grande impacto tarifário logo que for implementada.

A descotização das empresas energéticas brasileiras pode resultar em um aumento de até 16,7% nos preços das tarifas de energia cobradas dos consumidores residenciais. O alerta foi feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), ao enviar ao Ministério de Minas e Energia um documento no qual avalia a proposta de mudanças no setor elétrico.

Hoje, as usinas da Eletrobras que tiveram suas concessões renovadas em 2012 funcionam sob o regime de cotas. Isso permitiu uma redução média de 20% na conta de energia em 2013. Sob o regime de cotas, o preço da energia é menor e toda geração dessas usinas é destinada ao mercado cativo, que são os consumidores atendidos pelas distribuidoras de energia.

Pelas simulações da Aneel, se todas as hidrelétricas da estatal forem “descotizadas” de uma só vez e, então, negociarem a produção a R$ 150 por MWh, as tarifas poderiam subir de 2,3% a 7,1%, a depender da distribuidora. Em outra hipótese, no caso de a energia ser comercializada a R$ 200 por MWh e as cotas serem retiradas integralmente, o efeito iria variar entre 3,8% e 11,9%. No cenário mais extremo, considerando que o preço cobrado pelo MWh subisse para R$ 250, o impacto ficaria entre 5,3% e até 16,7% a curto prazo. Com energia obedecendo leis de mercado, é impossível prever quanto as tarifas subirão para que as empresas tenham lucro.


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